O caso Rio Verde 360
Em Rio Verde, aprovar um projeto demorava bastante. Isso era algo muito custoso para o empreendedor, que podia escolher aguardar a aprovação vir devagar, ou então investir em outra cidade.
Isso pesa numa cidade como Rio Verde, capital do agronegócio goiano, que vive de atrair indústria e capital de fora. Quem decide onde construir também decide, ao mesmo tempo, quanto tempo está disposto a esperar por uma resposta.
Cada consulta de viabilidade urbanística demorava bastante. Zoneamento, uso permitido, restrição ambiental, situação fundiária: cada informação vinha de um lugar diferente, parte em AutoCAD, parte em PDF, parte em planilha. A legislação urbanística de Rio Verde soma 378 páginas, divididas em 14 documentos, com pontos de interpretação que poderiam variar bastante.
Foi o mercado quem sentiu isso primeiro. A ADEMI Rio Verde, associação do setor imobiliário local, levou até a prefeitura este problema: as regras construtivas eram difíceis de entender, dependiam demais de interpretação pessoal, e a aprovação demorava mais do que o ritmo de crescimento da cidade permitia.
A ADEMI encontrou a OSPA place e levou a proposta a Pedro Cunha, secretário de Inovação e Tecnologia, que apresentou o projeto ao prefeito Wellington Carrijo. Wellington decidiu seguir adiante, com a SUDERV, liderada por Luiz Favero, assumindo a estruturação técnica dos dados. Pedro e Wellington também viram no projeto a chance de colocar Rio Verde entre as cidades mais avançadas do Brasil em cidades inteligentes.
Hoje, antes de comprar um terreno ou começar um projeto, o empreendedor consulta o Rio Verde 360 e descobre, em poucos cliques, o que pode e o que não pode construir ali: zoneamento, potencial construtivo, restrições, tudo num só lugar. Não precisa mais ir até a prefeitura pra saber se pode abrir uma farmácia naquele terreno, nem esperar semanas por uma resposta técnica. Se sobrar dúvida, um chat de inteligência artificial, treinado na legislação do município, responde na hora.
Dentro da prefeitura, a SUDERV deixou de montar cada análise de viabilidade do zero, cruzando fonte por fonte. A mesma informação que antes vivia espalhada entre setores e formatos de arquivo diferentes agora está num só ambiente.
No momento em que se tem bases de dados conectadas, é possível cruzá-las e descobrir certos insights: em Rio Verde, um deles veio depois que os dados de IPTU e aprovação foram cruzados, onde se descobriu diversas áreas que poderiam estar gerando mais arrecadação para o município.
"Rio Verde precisava de uma ferramenta que enxergasse a cidade como ela realmente é: em movimento constante, atraindo investimento todos os dias. O Rio Verde 360 nos deu isso."
"Antes, cada análise de viabilidade era um trabalho manual, cruzando informação de fontes diferentes. Hoje, isso está tudo em um só lugar, pronto para decisão."
Rio Verde segue como polo de agronegócio, mas agora, com o gêmeo digital da OSPA place, pode decidir e atrair investimento no mesmo ritmo em que a cidade cresce.
Acessar o Rio Verde 360 →